04 março 2008

MEL

Não deve ser consumido em grandes quantidades, uma vez que grande parte da sua constituição é açúcar (frutose, glicose e sacarose, em menor quantidade), no entanto apresenta um índice glicémico mais baixo do que a maioria dos açúcares simples.

Outra razão para o seu baixo IG é o facto de ¼ do seu volume ser água
Possuí pequeníssimas quantidades de enzimas, oligoelementos e vitaminas, entre elas a vitamina B1 e B2.

São lhe reconhecidas propriedades anti-sépticas e anti-microbianas.
Pode ser utilizado como substituição do açúcar, na culinária ou em bebidas quentes, como calmante dos nervos e das vias respiratórias. Se adicionar-se umas gotas de limão, as suas propriedades anti-sépticas aumentam, e nos casos de garganta seca ou inflamada, pode aliviar os sintomas.

É recomendada uma colher de sobremesa a seguir às refeições para diminuir a actividade da Helicobacter pylori, responsável por muitas gastrites e úlceras gástricas.

O mel também estimula o cérebro a produzir os analgésicos e sedativos naturais do organismo, as endorfinas, como a maioria dos doces.

É importante não esquecer que o mel pode ter várias origens, e que juntamente com o tratamento que é submetido irá determinar a sua qualidade e características.

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Acerca de mim

Naturopata cédula profissional da ACSS Membro da Associação Profissional Especialistas Naturopatas; Docente no Instituto Medicina Tradicional; Graduação em Nutrição, Tecnologia e Segurança Alimentar